Category: Império Serrano

Em clima de otimismo, Império lança sinopse

equipe império

ANDERSON BALTAR

O Império Serrano divulgou, na noite dessa quinta (02), com um evento em sua quadra, a sinopse do enredo “Silas Canta Serrinha”. Com um público razoável, que curtiu ainda um grupo de pagode, o carnavalesco Severo Luzardo fez a explanação do tema que a verde e branco levará para a avenida em 2016, em busca do título da Série A. No evento, também foi apresentada a nova coreógrafa da Comissão de Frente, Cláudia Mota, e também um grupo de empresários – todos sambistas – que irá apoiar o carnaval da escola. Neste grupo, dentre outros, estão os compositores Igor Leal, Júnior Fionda e Tião Pinheiro.

Alguns personagens imperianos falaram com a reportagem da RÁDIO ARQUIBANCADA. Ouça as entrevistas exclusivas nos players abaixo:

Vera Lúcia Corrêa (presidente)

Severo Luzardo (carnavalesco)

Pixulé (intérprete)

Júnior Fionda (empresário)

Clique aqui para ler a sinopse do Império Serrano

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Leia a sinopse do Império Serrano

logo imperio 2016Império Serrano 2016 – Sinopse

SILAS CANTA SERRINHA

 

1º Setor –  África, berço da negritude na Serrinha

 

Aos meus amigos:

Procurei nos registros empoeirados da minha alma e encontrei uma grande Serrinha!

Num episódio relicário, abro as páginas do meu livro de memórias.

Sou  Silas,  menino,  de  pé  no  chão,  que  ouvia  com  atenção,  as histórias do Morro da Serrinha contadas pelos meus saudosos avós.

No início a Serrinha era mais um pedaço de mata aos pés da grande fazenda de Madureira.  O morro era todo de barro. Mato fechado mesmo! Sem água, sem luz e foi sendo povoado por negros com laços de parentesco e amizade descendentes de ex-escravos africanos. Tudo era uma grande família. Pura felicidade. Nos orgulhávamos da origem “Banto”, que pertenciam às nações do Kongo, Ângola e Moçambique.

Passava noite, vinha dia

O sangue do negro corria, dia a dia

De lamento em lamento, de agonia em agonia

Inebriado  pelas  histórias  daquele  povo,  meus  olhos  brilhavam quando ouvia que o  Rei Banto - outros o chamavam de Manicongo, tinha poderes sagrados e que podia influenciar nas colheitas, guerras e saúde do seu povo. Ah mas isso era bonito demais!

Samba, soprado por muitos ares

Atravessastes os sete mares

A vida dos moradores aqui da Serrinha continuou bem parecida com a dos tempos de além-mar da África-mãe. Tanto que me recordo que lá encima tinham muitas cachoeiras, minas d’água, matas, animais selvagens, pássaros cantando… E tinha uma trilhazinha também.   Casas de pau-a- pique, o candeeiro e o ferro a brasa que continuaram a fazer parte do dia-a- dia do Morro por muitos anos. Era a herança africana que nos deixou a força de suas raízes.

 

Setor 2 : Prazer, eu sou a Serrinha: Paraíso dos Amores!

No fundo do quintal, entre árvores, tambores batucando, eu sentia o pulsar de uma África renascida! A roda, o batuque, palmas e suor. Um casal descalço batendo os pés na terra e negaceando os corpos. Era a ginga da minha gente! Era o Jongo. Ah o Jongo! Ah Tia Maria! Cresci assim, embalado pelo gungunar misterioso dos candongueiros e dos caxambus que ritmavam as rodas dos velhos jongueiros.

E no escaninho do meu inconsciente ficou para sempre a polirritmia desses atabaques, a magia inefável da dança onde moldaram as melodias machucadas e a temeridade expressiva dos meus sambas.

Chegou, chegou e estamos

É o poder negro, poder negro

No jongo dos bantos, quando canto e dança têm sempre fundamento, os versos improvisados em charadas desafiam os que não conhecem as tradições. O jongo é pai de muitas outras músicas.

O tempo passou e chegaram à Serrinha mais famílias de negros que trabalhavam nas fazendas. Começaram a lotear o terreno e construir suas casas no sopé do Morro. Trouxeram sua música, sua dança, sua religião, sua língua e um jeito diferente de enfrentar a dor.

 

Se o bem termina, o mal também se finda

Será o outono, oh! meu sincero amor

Tu serás minha e teu serei ainda

Tenho esperança de um sagrado amor

A Serrinha era quase uma família só. Eram todos por um, um por todos. Pelas ruas as mulheres vendiam cajus, melancias, galinhas. Outras tantas carregavam imensos balaios de palha na cabeça enfeitada com coloridos laços; outras eram amas de leite e carregavam crianças presas às costas, e muitas doceiras com seus tabuleiros de quitutes. Já os homens eram estivadores do cais do porto ou carregadores de açúcar, café e cereais, prestando vários tipos de serviços. Vendedores ambulantes. Alfaiates, pedreiros, sapateiros, bilheteiros, pintores, etc. Eram os braços de negros homens  do  Cais  do  Porto,  da  Estiva,  da  Resistência!  Estes  negros movimentaram a economia de Madureira até a chegada da estrada de ferro com a Maria Fumaça.

Através de belas passagens da nossa história do Brasil Escolhemos um passado varonil, são vários fatos de glórias Que a nossa história, descreve enfim

Mas só um recordamos, que foi passado assim

Distantes do centro da cidade, os moradores da Serrinha promoviam seus próprios espaços de  lazer, e o samba estava sempre presente. As nossas festas duravam dias, com comida e bebida, samba e batucada, para reunir os amigos e o “povo de origem”.

Labirinto de ruas, vai e vem de personagens, bandeiras coloridas desviando o caminho para chegar a terra dos sonhos. O Bloco da Lua e também o Três Jacarés, craques de animação, inventavam nosso carnaval e reinventavam nossos mundos a cada dia.

Nesta época, nos quintais do morro, surgiu a escola de samba Prazer da Serrinha. Era uma vez o desejo de construir alegria em permanente transformação. Um desejo que carregasse o samba popular e trouxesse notícias do Brasil e de sua gente.

Carnaval, doce ilusão. Dê-me um pouco de magia

De perfume e fantasia, e também de sedução

Quero sentir nas asas do infinito minha imaginação

 

Reduto dos foliões de Madureira, o Prazer da Serrinha alcançou notoriedade  e  participou  da  organização  dos  desfiles.  Foi  uma  dessas escolas pequenas, celeiros, contudo de nomes marcantes, parceiros jamais esquecidos. Ali eu iniciei minha trajetória no mundo do samba.

Para a gente tudo era festa, era magia! Enredos como “Uma Noite Serrana”e  “Sonho  das  Fadas”  emocionaram.     E  o  intenso  “Cais dourado – A Pescaria no Cais” foi embalado por muita festança e impregnado  de  sorrisos  e  abraços.  Cantávamos  com  a  afinação  das pastoras: “fui buscar na Bahia, vatapá de ioiô, pra vender aos cariocas, na Terra Santa do amor”. Tudo era motivo de batucada, riso e alegria! Era a Serrinha! Era um prazer! E como era bonito ver o povo se juntar para sambar e desfilar, celebrando a alegria de viver!

 

Setor 3: Nos terreiros da Balaiada, os festejos da Serrinha!

 

O espírito festivo dos  moradores da Serrinha e a consciência de preservar a cultura negra foram importantes para a formação de núcleos de famílias-artistas que cumpriam um calendário de festas por iniciativa própria. Ambiente acolhedor que afaga.

 

E neste ambiente de harmonia sem par

A doce complacência comanda a ficar

Convivência prazerosa e afetiva, a casa da Vó Maria Joana era um verdadeiro  polo  cultural da  comunidade.  A  mãe  de  santo  famosa  nos arredores, promovia o Banquete de São Lázaro, em homenagem a Obaluaiê, orixá das curas e das doenças. Era dia de mesa farta com muita: pipoca, feijão preto, farofa de milho e dendê!

Já no dia de São Jerônimo, os terreiros do morro eram enfeitados com bandeirinhas, flores e folhas de palmeira. Alegria de construir e transformar. Era a Festa de Xangô, o orixá do fogo, do trovão e da justiça. Ao som dos atabaques: Kaô!

A música traz também a palavra e um convite a embarcar numa viagem no tempo. Quando tinha baile de Calango na Serrinha, o som dos tambores e o dedilhar da viola aguçavam o desejo de imaginárias cartas de amor. Os casais dançavam a noite toda na roda, cantando pontos impregnados de Brasil.

A harmonia das cordas sonoras do meu violão

Se mistura num turbilhão de vozes pela amplidão

É tudo alegria que a tristeza não contesta

Simplesmente a corte está em festa

Muitas águas encantadas rolaram ao longo desses anos, muitas cantigas, muitas danças. No dia dos Pretos-velhos, jongueiros e sambistas se reuniam na casa de um morador da Serrinha para uma grande festa com roda de jongo em homenagem aos nossos antepassados. Caras e figuras em constante movimento, experimentando sabores diferentes.

No vidrinho eu levo a pinga

Na viagem eu vou tomar

No meu bolso a mandinga

No meu peito o patuá

E   foi   com   a   força   dos   ancestrais   que   aconteceu   o   maior acontecimento do carnaval da época! Em 1947, após o carnaval,  no quintal da casa da Eulália, na Rua da Balaiada, eu, Molequinho, Fuleiro, Aniceto e Mano Décio, nos reunimos e com um simples lápis e caderno, anotamos os nomes das pessoas que estavam de acordo com a fundação de uma nova escola. E assim nasceu o Império Serrano, entrando na história como um divisor de águas na relação da comunidade com o carnaval.

Provaremos ao subúrbio e toda a cidade

Que o nosso sonho foi realidade Meu Império eu lhe digo a verdade O momento pra nós é muito sério

O  Império  Serrano  foi  a  partir  de  então  o  irradiador  de  uma identidade local. Que maravilha que fizemos! Todos personagens vivos integrando a mesma história!

É com grande consideração

Que o Império Serrano se apresenta e faz questão

Boa noite, tiramos a prova real

Nosso boa noite imperial!

Aqui ainda estão ruas e telhados que abrigaram gente pura, gente imaginária, um sem-fim de personagens e suas andanças pelo reino serrano do brincar.

O auto das Pastorinhas de Natal juntava os morros da Serrinha e da Tamarineira. Um era o anjo, outro era a estrela! Tinham os galegos, as ciganas, os brincantes e eles entravam nas casas anunciando a chegada de Jesus! Cortejos de cantorias e folia pelos quatro cantos para desvendar mistérios do saber.

Foi com o repicar dos sinos, o roncar das cuícas e com uma alvorada de vinte e uma batidas no surdo que a Serrinha passou a comemorar o Dia do Samba. Sempre com muita festa e roda de samba de Partido alto.

O dia morreu, a noite findou

Eu fiquei tão triste quando o samba terminou

Dez da noite, com a fogueira acesa, as tias e vós, tios e avôs rezavam ladainhas na pequena capela que existia no quintal da casa de Vó Maria Joana. Não importava se era santo da Igreja ou do Candomblé. Se era dia de santo, era dia de festa!

Em junho todo mundo queria ir nas festas juninas. As Folias de São João na Serrinha eram na casa da Tia Maria da Grota.   No terreiro dela tinha fogueira, e o agitar das fitas coloridas indicava que era hora de provar o  bolo  de  coco,  bolo  de  milho,  canjica  e  aquela  comidinha  mineira deliciosa que só ela fazia!

Comprei flores

Na bela Maria Preta

Pra enfeitar o arraial

Também me lembro quando Jorginho (filho de Mano Décio), Careca e Jamelão formaram o grupo “Os Três Pelés”. Eles faziam uma dança como se fosse partida de futebol. Eles partilharam alegrias e folganças. Toda rapaziada também queria dançar. Então eles criaram a primeira ala de passo marcado da história do carnaval: a “Sente o Drama”. Descobriram-se parte de um sonho construído, onde convivem até hoje a alegria ruidosa e a concentração zelosa.

Toda a tristeza foi vagar e não tornará mais a voltar

E o Rei Momo é provável que virá nos visitar

Eis a razão: precisamos ensaiar, ensaiar

Ver a Serrinha brotar e florir encheu de orgulho adultos e crianças. Mundo em movimento. Encantamentos, transformações e fé.

E como bom imperiano, todo dia 23 de abril eu acordava às quatro da

manhã para ouvir da minha janela, a alvorada em louvor ao santo guerreiro, com muitos fogos crepitando no céu! Depois me vestia de branco e seguia a Procissão de São Jorge pela Serrinha.        Nossa   devoção   é   feita   de alegria e festa, atravessa gerações, enfrenta dragões e encantamentos, e persiste densa e fértil como a terra aguada a cada dia.

Setor 4 – Avante imperiano! A luz de Deus iluminou a Serrinha!

Depois que eu parti, fiquei observando de longe a evolução chegar à minha gente. Com os olhos de um menino de quarenta e sete, vi o meu lugar se consagrar como um autêntico reduto do samba.

O mundo é o teatro da vida que no palco de luta renhida desempenha seu papel

O comércio popular tomou conta das ruas e o povo se rendeu à modernidade. Bom, bonito e barato! Tem de tudo e pra todo mundo. Pra casa, pro corpo e pra mente! Um banquete à céu aberto. Pregoeiros nas ruas e nos trens serviram de inspiração para a criação da “Baleiro-bala”, a ala infantil imperiana.

Os moradores desceram a Serrinha e aderiram ao baile charme do Viaduto. Com moda, estilo e um jeito especial de dançar, vi a juventude ocupar seu espaço de direito e com respeito, reafirmar sua negritude!

Essa brisa que a juventude afaga

É a evolução em sua legítima razão

A Serrinha entrou para a história através de livros, filmes, peças de teatro e publicações diversas. Marcamos presença na peça “ Esta vida é um carnaval”, de Carlos Machado e no filme “Tia Eulália – O Império do Divino”,  sobre  a  fundadora  e  portadora  da  carteirinha  número  um  da escola. Arte e cultura. O realismo em cena. E mais, o Império levou o nome da Serrinha para lugares nunca antes imaginados! Escreveu uma nova história, e consagrou quatro sambas enredos entre os dez mais importantes da  história do  carnaval! Também imortalizou um conceito novo com o enredo Bumbum Paticumbum Prugurundum, que ficou até hoje nas nossas lembranças.

Samba, eu confesso, És a minha alegria,

Eu canto para esquecer a nostalgia.

 

Com maestria os compositores escreveram a poesia do morro no asfalto. Inesquecíveis composições que ganharam vida, marejaram os olhos e emocionaram os corações; transformaram-se em lindos sambas que são cantados até hoje, por qualquer mortal que pisar no chão de estrelas que é o Reizinho de Madureira.

Nesta  maravilha  de  cenário,  a  apoteose  do  meu  coração  é  um episódio relicário.  Palco onde vou festejar meu centenário com os nobres imperianos da minha Serrinha: Molequinho, Mano Décio, Eulália, Fuleiro, Aniceto, a nossa tradicional velha guarda e todos os torcedores que hoje estão espalhados pelo mundo afora!   Nas ondas do infinito mar verde e branco e no céu prateado da minha constelação, hoje consagramos o Carnaval dos Baluartes

Neste desfile do meu Império, revivemos nossa trajetória e os anos de glória com a minha gente a lhe dizer: prazer, eu sou da Serrinha!

União  e  força  para  o  povo  guerreiro,  porque  chegou a  hora  do Império Serrano!

Vejam essa maravilha de cenário

É um episódio relicário

Que o artista num sonho genial

Escolheu para este carnaval

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carnavalesco: Severo Luzardo Filho

Pesquisador: Jeferson Pedro

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Conheça a justificativa do enredo do Império

bandeiraimperioserranoO carnavalesco do Império Serrano, Severo Luzardo, divulgou, em sua página no Facebook, a justificativa do enredo “Silas, canta Serrinha” que homenageará o morro da Serrinha através da figura do compositor Silas de Oliveira.  No tópico, o carnavalesco explicou que o enredo de 2016 é a segunda parte de uma trilogia a ser concluida em 2017. “O Império Serrano está calçado por três pilares sólidos: A fé (que falamos no carnaval passado), a Raíz (que falaremos no próximo) e a herança. Isto é um projeto da diretoria. Não é nada por acaso. Nosso foco sempre será a tradição Imperiana e seu legado para o carnaval do Brasil”, afirma Severo.

Leia o texto:

Ah Serrinha!
Pelas bênçãos de todos os deuses do carnaval, vamos cantar a poesia de um lugar especial: Serrinha, esta maravilha de cenário!
Com a alma imperiana, Silas de Oliveira, fez da Serrinha, o seu poema mais bonito, a sua morada, o seu carnaval. Nos quintais da Balaiada, ele cantou versos, retratando o dia-a-dia da sua gente, inebriado pelo samba, pelo jongo, pela negritude e pela alegria! No chão batido dos terreiros recebeu o axé de um povo simples, mas nobre, que herdou a magia ancestral de fazer batucada na palma da mão. A arte de fazer o samba de roda para ver a saia rodar no chão e levantar poeira.
Assim, com pequenos detalhes repletos de emoções e sentimentos, a Serrinha será retratada no amor pela melodia, pelo verso e pelo dom que o sambista tem de festejar sempre, para celebrar todos os momentos da vida.
Na transversal do tempo, veremos a Serrinha ser povoada e ser colonizada: os negros plantando sementes de miscigenação. Veremos o comércio surgir, tanta coisa mudar e a Serrinha se transformar num dos maiores centros autênticos e tradicionais de cultura do Rio de Janeiro, ganhando o mundo essencialmente através da arte, do jongo e do samba!
Foi assim que o morro desceu o asfalto como passarela! Hoje, nos juntamos a Silas e a cada guerreiro imperiano e nos embriagamos de paixão pelos becos e vielas da Serrinha, em plena Marquês de Sapucaí! Com a Sinfônica do Samba, queremos mais uma vez ouvir o toque do agogô ao lado de Eulália, Molequinho, Fuleiro, Aniceto e Mano Décio. Eles que são os nossos grandes “Heróis da Liberdade”!
O Império Serrano é a mais pura tradução da raiz e da herança deixada pelos braços destes nobres baluartes. Eles formam um chão repleto de estrelas que nos ilumina com sua história. Silas emoldura a aquarela do Brasil, com o sangue verde da esperança e branco da paz. É a voz do Império Serrano, é a voz da Serrinha! O episódio relicário imortalizado pelo artista num sonho genial.
Silas canta Serrinha!

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Império faz feijoada no sábado

feijoadaimperioA última edição da Feijoada do Império Serrano antes do carnaval será neste sábado, dia 07, a partir das 13h, O evento, que é uma edição especial de Pré-Carnaval, terá o Bloco Cacique de Ramos como sua atração principal, transformando a quadra da agremiação em um verdadeiro baile de carnaval.

Também haverá Jorginho do Império no comando da feijoada com seus convidados e abertura com o Grupo Senzala.  O encerramento da festa ficará por conta do show da bateria “ Sinfônica do samba”, intérpretes, passistas, baianas e casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Serviço:
Local: G.R.E.S Império Serrano
Endereço: Av. Min Edgard Romero, 114 – Madureira.
Data: 07/02/2015 – Sábado
Horário: A partir das 13h
Entrada: R$ 20,00 (Obs: Quem for fantasiado paga meia entrada)
Camarote: R$ 200,00
Feijoada: R$ 15,00
Informações : (21)3124-3745.

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Fotos do ensaio do Império Serrano

Veja a galeria de fotos do ensaio técnico do Império Serrano. As fotos são de Felipe Araújo.

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Sambas do ensaio de 10/01

Ouça os sambas do ensaio técnico do sábado (10) em versões exclusivas da Rádio Arquibancada.

União do Parque Curicica

Império Serrano

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Império faz ensaio técnico na quinta

casalimperioserrano02O Império Serrano realiza, nesta quinta-feira (08), o seu último treino antes do ensaio técnico na Sapucaí. O inicio está marcado para as 20h30, na quadra da agremiação.

Para o vice-presidente de carnaval, Paulo Elias, é fundamental a presença de todos os componentes. “Precisamos da presença de todos os componentes, incluindo as alas comerciais neste treino. É hora de acertar os últimos detalhes, para que a família imperiana possa realizar um ótimo ensaio técnico na Sapucaí, no sábado”, afirma.

Vale lembrar, que o Império Serrano será a segunda escola a se apresentar, neste sábado (10) às 21h30, na temporada de ensaios técnicos do Carnaval 2015 na Marquês de Sapucaí com o enredo “Poema aos peregrinos da fé”.

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Império Serrano tem novo coreógrafo

handersonbigO Império Serrano apresenta o premiado coreógrafo Handerson Lopes, mais conhecido como Handerson Big, como o responsável pela comissão de frente da escola verde e branca para o carnaval 2015.

O coreógrafo, que retorna a agremiação, após três anos afastado, é carioca, formado em História pela UFRJ, professor da rede de ensino estadual do estado do Rio de Janeiro e presente no carnaval há mais de 30 anos. Big fez parte da comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense  no final da década de 90/início dos anos 2000, sendo comandando pelo coreógrafo Fábio de Melo.

“Me sinto muito feliz pela oportunidade de mostrar o meu trabalho e poder ajudar a escola nesse novo momento de resgate. Os imperianos podem esperar uma comissão de frente com coreografias repletas de emoção e identificação com as raízes imperianas.” Disse o novo coreografo.

Handerson iniciou sua carreira como coreografo de comissão de frente na Unidos da Ponte em 2005, já na estreia foi ganhador do prêmio SambaNet. E teve passagens pela União de Jacarepaguá (2007/08/09), União da Ilha do Governador (2008), Estácio de Sá (2009/10), Império Serrano (2011), Mocidade de Vicente de Carvalho (2011) e Unidos de Vila Santa Tereza (2012).

Em 2015, o Império Serrano será a terceira escola a desfilar na sexta de Carnaval, dia 13 de fevereiro, com o enredo “Poema aos peregrinos da fé“, do carnavalesco Severo Luzardo.

 

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Império Serrano tem 70% de fantasias prontas

O Império Serrano anunciou, nessa sexta-feira (12), que já está com 70% de suas fantasias confeccionadas e com os carros alegóricos em adiantado estado de elaboração em seu barracão. Com o enredo “Poema aos peregrinos da fé”, desenvolvido pelo carnavalesco Severo Luzardo, a verde e branca segue o cronograma planejado pela presidente Vera Lúcia e sua diretoria de carnaval, apesar de todas as dificuldades.

“O imperiano merece um desfile digno, a sua altura, respeitando as nossas tradições. Apesar de todas as dificuldades. Com muita luta, estamos seguindo o nosso cortejo, rumo à vitória”, comentou a presidente.

Neste sábado (13), a partir das 16h, a escola realiza mais uma edição do Botequim do Império, com entrada franca. E mais tarde, a partir das 23h, tem ensaio show, com entrada a R$ 10.

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Portela receberá Mocidade e Império

A noite de samba na quadra da Portela na próxima sexta-feira, 28, terá a presença da Mocidade Independente de Padre Miguel e do Império Serrano. Passistas, baianas, intérpretes, casais de mestre-sala e porta-bandeira e ritmistas da Portela e das duas escolas convidadas vão se revezar se apresentando ao som de sambas memoráveis das três agremiações, além de seus hinos para 2015.

A animação começa às 22h, com o Samba de Presidente, roda de samba comandada por Serginho Procópio. Em seguida, haverá a apresentação das obras inscritas no Concurso de Samba de Quadra.

A entrada custa R$ 15 (homem) e mulheres entram de graça. A mesa com quatro lugares sai por R$ 30 e camarote para 12 pessoas custa R$ 300. A quadra fica na Rua Clara Nunes, 81, em Madureira. Informações: (21) 2489-6440 e (21) 3256-9411.

O enredo da Portela para o próximo Carnaval é “ImaginaRIO, 450 janeiros de uma cidade surreal”, do carnavalesco Alexandre Louzada.

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