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Escolas de samba são tema de seminário na UFF

4 de novembro de 2017
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Escolas de samba são tema de seminário na UFF

Na próxima semana, o Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense (Labhoi-UFF) organiza o primeiro seminário “Escolas de samba: história pública, saberes e arte”, no auditório do Bloco O, Campus Gragoatá, em Niterói.
Confira a Programação:

1º dia – 6/11

● Manhã

– Abre alas: História e Escolas de Samba (9:00)

Rachel Soihet. Historiadora e Professora Emérita do Departamento de História da UFF, pesquisa relações de gênero, samba, carnaval e cultura popular no Rio de Janeiro. Autora do livro “A subversão pelo riso: estudos sobre o carnaval carioca da Bélle Époque ao tempo de Vargas” (Ed. EDUFU).

Martha Abreu. Historiadora e Professora Titular do Departamento de História da UFF. Pesquisa festas, música, cultura popular e metodologias do ensino de História. Autora do livro “O Império do Divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro,1830-1900”. (Ed. Nova fronteira).

Rachel Valença. Da área de Letras, foi pesquisadora da Casa de Rui Barbosa e vice-presidente do Museu da Imagem e do Som, estuda literatura, samba e escolas de samba. Integra a Velha Guarda do Império Serrano. Pesquisadora e colaboradora do projeto de elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba carioca como patrimônio cultural do Brasil. Junto com Suetônio Valença, escreveu o livro “Serra, Serrinha, Serrano: o Império do samba” (Ed. Record).

Mediação: Juniele Rabêlo. Historiadora e Professora Adjunta do Departamento de História da UFF, atua em projetos de história oral, tem experiência com ensino de História, imprensa, polícia, meio ambiente, e participa do movimento da história pública. É uma das organizadoras do livro “História Pública no Brasil: sentidos e itinerários” (Ed. Letra e Voz).

– Patrimonialização: matrizes do samba do Rio de Janeiro (11:00)

Nilcemar Nogueira. Secretária de Cultura do Município do Rio de Janeiro. Pesquisadora das áreas de Psicologia Social, Bens Culturais e Projetos Sociais. Estuda o samba e a escolas de samba. Fundadora do Centro Cultural Cartola, atualmente Museu do Samba. Pesquisadora e colaboradora do projeto de elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba carioca como patrimônio cultural do Brasil. É autora da tese de doutorado “O impacto da política de patrimônio, a partir da titulação do samba carioca, na reconstrução da identidade social dos sambistas” (UERJ, 2015).

Maurício Barros de Castro. Historiador, Professor Adjunto do Instituto de Artes da UERJ e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Artes (PPG Artes/UERJ). Estuda arte e cultura brasileira, especialmente, a cultura do samba carioca. É autor do livro “Zicartola: política e samba na casa de Cartola e Dona Zica” (Azougue Editorial), e coautor de “Estácio: vidas & obras” (com Bernardo Vilhena, Ed. Retina 78) e “Quintais do samba da Grande Madureira: memória, história e imagens de ontem e hoje” (Ed. Olhares), este organizado por Myrian Sepúlveda dos Santos.

Vinícius Natal. Antropólogo e professor de História. Pesquisa escolas de samba e políticas de patrimônio. Diretor Cultural da Unidos de Vila Isabel. É autor do livro “Memórias e culturas nas escolas de samba do Rio de Janeiro: dramas e esquecimentos” (Ed. Nova Terra).

Mediação: Bia Kushnir. Historiadora, pesquisadora e Diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Estuda imprensa, política, mulheres, trabalho, políticas de patrimônio e preservação de arquivos. É autora dos livros “Baile de máscaras: mulheres judias e prostituição – as polacas e suas associações de ajuda mútua” (Ed. Imago) e “Cães de guarda: jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1988” (Ed. Boitempo).

● Tarde

– Performances: bailado, samba no pé, coreografia, evolução (14:00)

Mestre Dionísio. Mestre da “dança nobre” do carnaval, fez parte do Balé Folclórico de Mercedes Baptista e é fundador da primeira Escola de Mestre-sala e Porta-bandeira.

Renata Gonçalves. Antropóloga e Professora Adjunta do Departamento de Antropologia e do PPGA da UFF. Pesquisa ranchos carnavalescos, danças do universo das escolas de samba e políticas culturais. É autora dos livros “Os ranchos pedem passagem” (Ed. Sec. Cultura do Rio de Janeiro) e “A dança nobre do Carnaval” (Ed. Aeroplano).

Rafaela Bastos. Musa da Comunidade da Mangueira. Geógrafa e pesquisadora especializada em Gerenciamento de Projetos (FGV) e Economia Comportamental (ESPM). Laureada com a Medalha Rui Barbosa por colaborar com o enriquecimento da cultura do Brasil. Estuda o tema da objetificação sexual da mulher Passista nos desfiles carnavalescos da Marquês de Sapucaí.

André Porfiro. Professor de Artes e Diretor Técnico da Fundação Educacional e Cultural de Nova Iguaçu – FENIG. Pesquisa teatro, artes visuais e escolas de samba no contexto da educação. Atualmente desenvolve PROPED-UERJ a pesquisa: Da artificação do desfile das escolas de samba à sala de aula como barracão do fazer: histórias e saberes da arte do carnaval.

Mediação: Renata Gonçalves. Antropóloga e Professora Adjunta do Departamento de Antropologia e do PPGA da UFF. Pesquisa ranchos carnavalescos, danças do universo das escolas de samba e políticas culturais. É autora dos livros “Os ranchos pedem passagem” (Ed. Sec. Cultura do Rio de Janeiro) e “A dança nobre do Carnaval” (Ed. Aeroplano).

– A produção do desfile de carnaval (16:00)

Maria Augusta. Artista plástica, professora e pesquisadora da EBA-UFRJ. Carnavalesca, comentarista de TV e, atualmente, jurada do Prêmio Estandarte de Ouro.

Nilton Santos. Antropólogo e Professor Adjunto do Departamento de Antropologia da UFF. Pesquisa carnaval e festas metropolitanas, musicalidades contemporâneas, direitos autorais e novas tecnologias, patrimônio e memória social. Autor do livro “Arte do efêmero: carnavalesco e mediação cultural no Rio de Janeiro” (Ed. Apicuri).

Paulinho do Ouro. Ex-diretor de carnaval, administrador de barracão, compositor e autor de enredos.

Ricardo Barbiere. Antropólogo e professor. Estuda escolas de samba e carnaval do Rio de Janeiro e de Manaus. Autor do livro “A Acadêmicos do Dendê quer brilhar na Sapucaí” (Paco Editorial).

Mediação: Nilton Santos. Antropólogo e Professor Adjunto do Departamento de Antropologia da UFF. Pesquisa carnaval e festas metropolitanas, musicalidades contemporâneas, direitos autorais e novas tecnologias, patrimônio e memória social. Autor do livro “Arte do efêmero: carnavalesco e mediação cultural no Rio de Janeiro” (Ed. Apicuri).

● Noite

– O poder da contravenção sobre as escolas de samba (18:30)

Felipe Magalhães. Historiador e Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Estuda cultura política brasileira, memória, cultura popular, jogo do bicho. É autor do livro “‘Ganhou, leva!’ O jogo do bicho no Rio de Janeiro (1890-1960)” (Ed. FGV).

Luiz Anselmo. Historiador e professor. Estuda escolas de samba, jogo do bicho, compositores de samba da Baixada Fluminense, e atualmente desenvolve pelo PPGH-UFF uma tese em História sobre o financiamento dos desfiles do carnaval carioca. É autor da dissertação de mestrado “A Família Beija-Flor” (PPGH-UFF, 2010) e de um dos capítulos do livro “A Baixada Fluminense e a Ditadura Militar” (org. de Jean Sales e Alexandre Fortes, Ed. Prismas).

Aloy Jupiara. Jornalista do Extra. Pesquisador e colaborador do projeto de elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba carioca como patrimônio cultural do Brasil. Jurado do Prêmio Estandarte de Ouro. Autor do livro “Os porões da contravenção” (Ed. Record).

Chico Otávio. Jornalista, repórter especial de O Globo, e professor de Redação Jornalística na PUC- Rio. Autor do livro “Os porões da contravenção” (Ed. Record).

Mediação: Felipe Magalhães. Historiador e Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Estuda cultura política brasileira, memória, cultura popular, jogo do bicho. É autor do livro “‘Ganhou, leva!’ O jogo do bicho no Rio de Janeiro (1890-1960)” (Ed. FGV).

2º dia – 7/11

● Manhã

– Arte carnavalesca, linguagem e estética (9:00)

Felipe Ferreira. Formado pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Professor do Instituto de Artes, do PPG-Artes, e coordenador do Centro de Referência do Carnaval, na UERJ. Estuda o carnaval brasileiro e europeu, desenvolve projetos para difusão dos trabalhos acadêmicos e para promoção do debate público sobre esses temas. Autor dos livros “O Livro de Ouro do Carnaval brasileiro” (Ed. Ediouro) e “Inventando carnavais: o surgimento do carnaval carioca no século XIX e outras questões carnavalescas” (Ed. UFRJ).

Marcelo de Melo. Jornalista de O Globo e pesquisador das escolas de samba. Jurado do Estandarte de Ouro. Estuda música, performance e estética no âmbitos dos desfiles carnavalescos. Autor do livro “O enredo do meu samba: histórias de quinze sambas-enredo imortais” (Ed. Record) e da dissertação de mestrado em Comunicação Social “‘Olha a Beija-Flor aí, gente!’: comunicação e cultura na reinvenção do carnaval carioca”. (UFF, 2002)

Leonardo Bora. Carnavalesco da Acadêmicos do Cubango. Da área de Letras, professor, pesquisador, estuda a obra da carnavalesca Rosa Magalhães. Está desenvolvendo em Teoria Literária a tese de doutorado “Brasil, Breazail: utopias antropofágicas de Rosa Magalhães” (UFRJ).

Mediação: João Gustavo Melo. Jornalista, escritor e doutorando do PPGArtes da UERJ. Atuou como pesquisador de enredos para o Salgueiro. Autor da dissertação de mestrado “Vestidos para Brilhar: uma análise da trajetória dos destaques das escolas de samba do Rio de Janeiro” (UERJ, 2016) e do livro “As matriarcas da avenida: quatro grandes escolas que revolucionaram o maior show da Terra” (com Fábio Fabato, Gustavo Gasparani, Luiz Antonio Simas, Luís Carlos Magalhães. Ed. Nova Terra).

– Escolas de samba, sociedade e política (11:00)

José Sávio Leopoldi. Antropólogo e Professor Aposentado do Departamento de Antropologia da UFF. Membro do Conselho Consultivo do Museu do Índio do Rio de Janeiro. Estuda relações de gênero, consumo, modernidade, identidade, sociedade e cultura. É autor do livro “Escolas de samba: ritual e sociedade” (Ed. UFRJ).

Renata Bulcão. Historiadora, professora, pesquisa samba e escolas de samba. É autora da dissertação de mestrado em História “‘É assim que o samba vai vencendo’: os Unidos da Tijuca e as estratégias de ascensão das escolas de samba do Rio de Janeiro na década de 1930” (PUC-RJ, 2016).

Stephen Bocskay. Stephen Bocskay (Nova York) é professor visitante de cinema e estudos latino-americanos na UFPE. Foi professor de Estudos Brasileiros na Harvard University (2012-2015). Fez doutorado e mestrado em Estudos Luso-Brasileiros pela Brown University e mestrado e graduação em literaturas hispânicas pela Cornell University. Lançará em breve o livro, Vozes do Samba: Afro-Brasileiro e Ditadura no Brasil, 1964-1985 em conjunto com o documentário de longa-metragem Vozes do Samba. Suas áreas de atuação em pesquisa incluem cinema mídia, música e cultura popular, literaturas hispânica e lusófona e estudos africanos.

Fábio Pavão. Antropólogo e Professor do CECIERJ. Presidente do Conselho Deliberativo da Portela. É autor da tese em Antropologia “A dança da identidade: os usos e o significado do samba no mundo globalizado” (UFF, 2010).

Mediação: Stephen Bocskay (Nova York) é professor visitante de cinema e estudos latino-americanos na UFPE. Foi professor de Estudos Brasileiros na Harvard University (2012-2015). Fez doutorado e mestrado em Estudos Luso-Brasileiros pela Brown University e mestrado e graduação em literaturas hispânicas pela Cornell University. Lançará em breve o livro, Vozes do Samba: Afro-Brasileiro e Ditadura no Brasil, 1964-1985 em conjunto com o documentário de longa-metragem Vozes do Samba. Suas áreas de atuação em pesquisa incluem cinema mídia, música e cultura popular, literaturas hispânica e lusófona e estudos africanos.

● Tarde

– Condição feminina no universo das escolas de samba (14:00)

Luise Campos. Formada em Letras e mestranda em Relações Étnico-raciais pelo CEFET-RJ.

Alessandra Tavares. Historiadora, professora, é doutoranda pelo PPHR/UFRRJ. Estuda a História do Brasil, com ênfase no Rio de Janeiro, pós-Abolição, trajetórias de indivíduos negros, memória, identidade, carnaval, escolas de samba.

Katia Santos. Oriunda do Programa de Pós-garduação em Estudos Culturais do PACC/UFRJ; doutora em Letras pela Universidade da Geórgia/EUA, com especialização em Estudos de Culturas e Literaturas da Diáspora Negra (com ênfase no Brasil e EUA). É pesquisadora de cultura popular brasileira, com foco na vida cultural privada dos negros no universo do samba carioca, e entre 2013 trabalhou na Fundação Cultural Palmares e na SEPPIR como assessora na área de estudos étnico-raciais. Bacharel em Tradução pela PUC-RJ, é ainda escrito, e ficcionista. Autora do livro “Ivone Lara, a dona da melodia”.

Bárbara Pereira. Jornalista, pesquisadora, estuda escolas de samba e desenvolve uma tese sobre passistas no Doutorado em Memória Social pela UNIRIO. Trabalha na TV Escola como editora e apresentadora. É autora do livro “Estrela que me faz sonhar: histórias da Mocidade” (Ed. Verso Brasil).

Mediação: Nathalia Sarro. Formada em História pela UFF. Integrante do Departamento Cultural do GRES Unidos de Vila Isabel.

– Departamentos Culturais (16:00)

Nathália Sarro. Formada em História pela UFF. Integrante do Departamento Cultural do GRES Unidos de Vila Isabel.

André Bonatte. Vice-Presidente Cultural do GRES Imperatriz Leopoldinense.

Walter Pereira. Integrante do Departamento Cultural do GRES Portela.

Mediação: Carlos Eduardo. Historiador e professor da UFRRJ.

● Noite

– Escolas de samba e meios de comunicação (18:30)

Aydano André Motta. Jornalista, escritor e cronista do carnaval carioca. É comentarista da Rádio CBN e colaborador do site #colabora. Roteirista do documentário “Mulatas – um tufão nos quadris” (Dir. Walmor Pamplona) Coordenador da coleção “Cadernos de Samba”. Entre outros livros, é autor de “Maravilhosa e soberana: histórias da Beija-Flor” (Ed. Verso Brasil) e “Blocos de rua do Carnaval do Rio de Janeiro” (Ed. Réptil).

Anderson Baltar. Jornalista, formado pela Escola de Comunicação da UFRJ. Foi assessor de imprensa da União da Ilha e do Império Serrano, produtor da TV Globo e trabalhou nas rádios Manchete e Tupi. Desde 2011, é âncora e coordenador da Rádio Arquibancada, web rádio com programação inteiramente voltada para o Carnaval. Em 2015 lançou o livro “As primas sapecas do samba: alegria, crítica e irreverência na avenida” (com Eugênio Leal e Vicente Dattoli, Ed. Nova Terra). Há dois anos ministra o curso de Jornalismo e Carnaval (atualmente, em sua quinta edição), com turmas na Universidade Veiga de Almeida e na Casa Porto.

Fábio Fabato. Jornalista, escritor, produtor cultural e cronista do carnaval carioca. Trabalha na área de Comunicação da FINEP, onde já promoveu debates sobre escolas de samba, produzindo documentação pública em vídeo com testemunhos de grandes artistas do carnaval carioca. É comentarista de rádio e de sites especializados. Coordenador da coleção “A Família do Carnaval” e de outros projetos editoriais no tema, desenvolvidos pela Nova Terra. Entre outros livros, é autor de “As matriarcas da avenida: quatro grandes escolas que revolucionaram o maior show da Terra” (com Gustavo Gasparani, João Gustavo Melo, Luiz Antonio Simas, Luís Carlos Magalhães. Ed. Nova Terra).

Mediação: Juniele Rabelo. Historiadora e Professora Adjunta do Departamento de História da UFF, onde estuda metodologia da história oral, experiência com ensino de História, polícia, imprensa, meio ambiente, e participa do movimento da história pública. É uma das organizadoras do livro “História Pública no Brasil: sentidos e itinerários” (Ed. Letra e Voz).

3º dia – 8/11

● Manhã

– Enredo: concepção, pesquisa e desenvolvimento (9:00)

Carlos Carvalho. Cenógrafo, pesquisador e professor de História da Arte na Educação Básica e de Enredo na Pós-graduação em Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida. Teve experiência nas equipes de importantes carnavalescos do Grupo Especial. É autor da dissertação de mestrado em Belas Artes “Chapa branca: farda e fantasia nos desfiles da Beija-Flor (1973-1975)” (UFRJ, 2017).

João Gustavo Melo. Jornalista, escritor e doutorando do PPGArtes da UERJ. Atuou como pesquisador de enredos para o Salgueiro. Autor da dissertação de mestrado “Vestidos para Brilhar: uma análise da trajetória dos destaques das escolas de samba do Rio de Janeiro” (UERJ, 2016) e do livro “As matriarcas da avenida: quatro grandes escolas que revolucionaram o maior show da Terra” (com Fábio Fabato, Gustavo Gasparani, Luiz Antonio Simas, Luís Carlos Magalhães. Ed. Nova Terra).

Lucas Bártolo. Antropólogo e pesquisador do Grupo Antropologia da Devoção do Museu Nacional/UFRJ. Desenvolve estudo de mestrado sobre a religiosidade em enredos de escolas de samba, especialmente os santos Cosme e Damião.

Mediação: Luiz Anselmo. Historiador e professor. Estuda escolas de samba, jogo do bicho, compositores de samba da Baixada Fluminense, e atualmente desenvolve pelo PPGH-UFF uma tese em História sobre o financiamento dos desfiles do carnaval carioca. É autor da dissertação de mestrado “A Família Beija-Flor” (PPGH-UFF, 2010) e de um dos capítulos do livro “A Baixada Fluminense e a Ditadura Militar” (org. de Jean Sales e Alexandre Fortes, Ed. Prismas).

– Carnaval e escolas de samba de Niterói (11:00)

Laura Maciel. Historiadora e Professora Associada do Departamento de História da UFF. Desenvolve pesquisa, ensino e orientação nos seguintes temas: imprensa e memória; cultura, linguagens e memória; ensino de história; cidade, cultura e poder. É autora do livro “A nação por um fio: caminhos, práticas e imagens da Comissão Rondon” (Ed. EDUC).

Leandro Silveira: Historiador e Professor de História no Liceu Nilo Peçanha (SEEDUC-RJ). Estuda samba e carnaval, com ênfase em História Social e História Oral. Atua como comentarista no quadro sintonia no Samba no Programa Sintonia Nacional da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Coautor do livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986” (Ed. Niterói Livros).

Winnie Delmar: Historiadora e Professora de História, Porta-Bandeira e jornalista. Tem se dedicado à cobertura carnavalesca nas quadras de ensaios e eventos de samba. Coautora do livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986” (Ed. Niterói Livros).

Matheus Tavares Viug: Licenciando e bacharelando em História pela Universidade Federal Fluminense. Estuda História do Brasil com ênfase em História do carnaval, do samba e do futebol. Compositor do GRES Mocidade Unida do Santa Marta e GRES Feitiço do Rio. Coautor do livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986” (Ed. Niterói Livros).

João Perigo: Escritor, e compositor das seguintes Escolas de samba: Unidos do Barro Vermelho, Unidos do Viradouro, Unidos do Porto da Pedra, Alegria da Zona Norte e Império da Tijuca. Autor do livro: “Carnaval de Niterói, o resgate das memórias esquecidas” (Ed. Club dos Autores).

Mediação: Leandro Silveira: Historiador e Professor de História no Liceu Nilo Peçanha (SEEDUC-RJ). Estuda samba e carnaval, com ênfase em História Social e História Oral. Atua como comentarista no quadro sintonia no Samba no Programa Sintonia Nacional da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Coautor do livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986” (Ed. Niterói Livros).

* Durante a mesa será lançado o livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986”, de autoria de Leandro Silveira, Matheus Viug e Winnie Delmar” (Ed. Niterói Livros).

● Tarde

– Samba de enredo: composição, competição e performance (14:00)

Tiãozinho da Mocidade. Baluarte da Mocidade Independe de Padre Miguel. Compositor, cantor e partideiro. Presidente do Conselho do Museu do Samba. Autor do disco “Mulekê Tião”.

Felipe Ribeiro Siqueira (Felipe Filósofo). Compositor, mestre em Filosofia pela UERJ e professor da Rede Pública Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Estuda Estética, Metafísica e História da Filosofia. Pesquisa a cultura do samba e das escolas de samba. Autor de dois capítulos do “Sambo, logo penso: afroperspectivas filosóficas para pensar o samba” (org. de Wallace Lopes Silva, Ed. Biblioteca Nacional).

Luiz Ricardo Leitão. Da área de Letras, pesquisador, Professor Associado e Coordenador do Acervo Universitário do Samba na UERJ. Militante do movimento de rodas de samba do Rio de Janeiro. Estuda literatura, música brasileira, e desenvolve atualmente um projeto para pesquisa e publicação de biografias de sambistas. Já publicou as seguintes: “Aluízio Machado: sambista de fato, rebelde por direito” e “Zé Catimba: antes de tudo um forte” (Ed. UERJ).

Luís Carlos Magalhães. Presidente Administrativo da Portela. Advogado e cronista do carnaval das escolas de samba. Comentarista de carnaval em rádio e sites especializados. Professor de Musicalização do Espetáculo na Pós-graduação em Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida. Autor do livro “As matriarcas da avenida: quatro grandes escolas que revolucionaram o maior show da Terra” (com Fábio Fabato, Gustavo Gasparani e João Gustavo Melo, Ed. Nova Terra).

Mediação: Leandro Silveira: Historiador e Professor de História no Liceu Nilo Peçanha (SEEDUC-RJ). Estuda samba e carnaval, com ênfase em História Social e História Oral. Atua como comentarista no quadro sintonia no Samba no Programa Sintonia Nacional da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Coautor do livro “Antigamente é que era bom: a folia niteroiense entre 1900 e 1986” (Ed. Niterói Livros).

– Baticum: o som e o ritmo das baterias (16:00)

Luís Felipe de Lima. Músico, arranjador, produtor, jornalista. Estudioso da música brasileira, especialmente o samba, o choro e a música sagrada dos terreiros. Jurado do Prêmio do Estandarte de Ouro. Produziu inúmeros discos de cantores e compositores, além acompanhá-los como violonista e diretor musical. É autor do livro “Um vento sagrado: história de vida de um adivinho da tradição nagô-kêtu brasileira” (com Muniz Sodré, Ed. Mauad).

Felipe Barros. Músico e antropólogo. Estudioso da música brasileira, rituais, performances, propriedade intelectual. É autor da tese de doutorado em Antropologia “Na bossa da bateria: inovação, performance e drama social na Acadêmicos do Salgueiro” (UFRJ, 2016).

Guilherme Salgueiro. Formado em Letras (UERJ), músico e compositor. Estudioso de música brasileira. Comentarista de baterias de escolas de samba em sites especializados na cobertura do carnaval carioca.

Mediação: Luiz Anselmo. Historiador e professor. Estuda escolas de samba, jogo do bicho, compositores de samba da Baixada Fluminense, e atualmente desenvolve pelo PPGH-UFF uma tese em História sobre o financiamento dos desfiles do carnaval carioca. É autor da dissertação de mestrado “A Família Beija-Flor” (PPGH-UFF, 2010) e de um dos capítulos do livro “A Baixada Fluminense e a Ditadura Militar” (org. de Jean Sales e Alexandre Fortes, Ed. Prismas).

● Noite

– Escolas de samba: (re) existência, saberes e arte (18:30)

Julio Tavares. Antropólogo e Professor do Departamento de Antropologia da UFF. Estudioso das culturas de diáspora no Brasil e nas Américas, intelectuais negros, movimentos sociais, políticas públicas de educação e cultura. É autor dos livros “Dança de Guerra” (Ed. Nandyala) e “Uma ponte sobre o Atlântico: diásporas africanas na América do Sul” (Ed. Fundação Alexandre Gusmão).

Zeca Ligiéro. Ator, diretor teatral, escritor e Professor da Escola de Teatro da UNIRIO. Estudioso das culturas da diáspora no Brasil, religiosidades afroameríndias, com ênfase em suas performances culturais e artísticas. Autor dos livros “Malandro Divino – A vida e a lenda de Zé Pelintra, personagem mítico da Lapa carioca” (Ed. Nova Era) e “Corpo a corpo: estudo das performances brasileiras” (Ed. Garamond).

Luiz Antonio Simas. Historiador, professor e escritor. Estudioso das culturas de diáspora no Brasil, com atenção especial para as religiosidades, o samba e as escolas de samba. Autor dos livros “Pedrinhas miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros” (Ed, Mórula), “Tantas páginas belas: histórias da Portela” (Ed. Verso Brasil), “Dicionário da História Social do Samba” (com Nei Lopes, Vencedor do Prêmio Jabuti, Ed. Civilização Brasileira) e “Samba de enredo: história e arte” (com Alberto Mussa, Ed. Civilização Brasileira).

Mediação: Martha Abreu. Historiadora e Professora Titular do Departamento de História da UFF. Pesquisa festas, música, cultura popular e metodologias do ensino de História. Autora do livro “O Império do Divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro,1830-1900”. (Ed. Nova fronteira).

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