Carnaval 2015
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Mocidade tem novo diretor musical

16 de setembro de 2014
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Mocidade tem novo diretor musical

A Mocidade Independente de Padre Miguel apresenta mais um reforço para o Carnaval 2015. José Mauro Mendes está de volta ao cargo de diretor musical da agremiação, função que exerceu entre os anos de 2005 e 2008. Oriundo da comunidade, José Mauro possui uma escola de música na Zona Oeste, a Companhia Musical de Bangu, além de ter desfilado na bateria da Mocidade e sido primeiro cavaquinista da agremiação durante alguns anos.

– Eu encaro esse desafio com muita naturalidade. Vou exercer uma função que já conheço com muita responsabilidade e respeito aos colegas. É um trabalho alinhado com a direção de harmonia e a bateria, além do carro de som. Após a escolha do samba, vamos trabalhar muito sério a colocação da voz de cada integrante do carro de som e definiremos os arranjos. A observação já começa agora. Durante a disputa de samba vou conhecer o trabalho de alguns profissionais que chegaram na escola depois da minha saída – explica José Mauro, que já esteve no último sábado na quadra, participando da comissão julgadora da disputa de samba.

Entre as pessoas que o diretor musical da Mocidade irá reencontrar está o intérprete Bruno Ribas, que cantará pelo quarto ano na verde e branca. Em 2008, Bruno ganhou seu segundo Estandarte de Ouro apoiado pelo carro de som dirigido por José Mauro. Ele mostrou-se feliz com o reencontro e garantiu muito trabalho para triunfar mais uma vez.

– Vou conversar bastante com o Bruno sobre todos os detalhes do carro de som. Tenho a minha forma de trabalhar, mas respeito bastante a opinião de quem está trabalhando. Já foi assim em 2008 e vamos nos dar muito bem novamente. Definiremos os integrantes do carro de som e a participação deles nos ensaios em conjunto.

José Mauro Mendes passou a fazer parte dos quadros da Mocidade em 1985. Ingressou na bateria de mestre Bira e se tornou cavaquinista oficial da escola em 1990. Antes, já fazia shows e viagens pelo Mundo com a escola. Filho do maestro Afonso Mendes, ele compôs, na época em que havia apenas um cavaquinho e um violão no carro de som, uma dupla campeã com o violonista Nilton Santa Branca na Estrela Guia.

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